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RIO DE SANGUE

Muitos enaltecem os filmes de ação feitos por Hollywood. Mas o Brasil tem uma vocação incrível para ótimas aventuras as mais variadas. Cenários adequados não nos faltam. O que falta mesmo é produtores, roteiristas e diretores investirem mais no chamado “cinema de gênero”. Rio de Sangue, escrito e dirigido por Gustavo Bonafé, o mesmo de O Doutrinador, de 2018, “abraça” o thriller policial tendo como locação a região amazônica. Mais precisamente a região de garimpo no Pará. Tudo começa em São Paulo, onde vemos a agente Patrícia Trindade (Giovanna Antonelli) liderando uma operação contra o narcotráfico que não termina bem. Jurada de morte, ela viaja para o interior paraense onde sua filha, Luiza (Alice Wegmann) trabalha como médica voluntária em uma ONG de apoio às populações indígenas. Tudo se complica quando a jovem é sequestrada por garimpeiros, o que faz com que sua mãe se infiltre no bando para resgatá-la. Rio de Sangue tem ritmo, atuações convincentes, questões sociais e ecológicas relevantes em debate, uma trama bem amarrada e ainda traz boas surpresas. Resumindo, trata-se de um bom filme de ação “made in Brazil”.

RIO DE SANGUE (Brasil 2026). Direção: Gustavo Bonafé. Elenco: Giovanna Antonelli, Alice Wegmann, Sérgio Menezes, Antonio Calloni, Ravel Andrade, Felipe Simas e Fidélis Baniwa. Duração: 106 minutos. Distribuição: Walt Disney Pictures.

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