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TRÊS MUNDOS

Catherine Corsini nasceu na França e realiza filmes desde 1982. Roteirista, diretora e eventualmente atriz, ela faz filmes que procuram retratar a realidade européia atual. A partir de três personagens, o roteiro de Três Mundos, que ela escreveu junto com Benoit Graffin e mais dois colaboradores, conta uma história bastante crível. Somos apresentados a Al (Raphael Personnaz), um homem bem sucedido que vai se casar com a filha do patrão e se tornar com isso o gerente da empresa onde trabalha. Na noite de sua despedida de solteiro, ao voltar para casa bêbado, ele atropela um estranho. O acidente é testemunhado por Juliette (Clotilde Hesme) e, por conseqüência, atinge a vida de Vera (Arta Dobroshi), esposa da vítima. Estão aí representados os “três mundos” do título do filme. Corsini conduz sua trama de maneira pulsante, firme e natural. Ela é cria da escola francesa que defende histórias, eu não diria engajadas, porém, de forte cunho social. E isso fica evidente no drama vivido e nas ações tomadas por Al, Juliette e Vera.

TRÊS MUNDOS (Trois Mondes – França 2011). Direção: Catherine Corsini. Elenco: Raphael Personnaz, Clotilde Hesme, Arta Dobroshi, Reda Kateb, Alban Aumard, Adele Haenel e Catherine Corsini. Duração: 101 minutos. Distribuição: Imovision.

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