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SIMPLESMENTE AMOR

Realizar um filme-mosaico, aquele tipo de filme com diversas situações e personagens, e que se misturam de maneira sutil, não é fácil. O maior perigo é terminar parecendo uma história de episódios colados uns nos outros. Existem muitos exemplos de filmes neste formato que não funcionaram bem. E, claro, existem bons exemplos, como este Simplesmente Amor. Escrito e dirigido por Richard Curtis, um cineasta com bastante experiência como roteirista, em sua estréia como diretor. Temos aqui o envolvimento de um primeiro-ministro (Hugh Grant) com uma funcionária e o romance perdido na tradução entre um escritor (Colin Firth) e sua empregada portuguesa (Lúcia Moniz). Mas, estes são apenas dois casais que acompanhamos na trama. Existem muitos outros que abrangem diferentes grupos sociais e faixas etárias. O título Simplesmente Amor resume com perfeição do que trata o filme. Um elenco estelar nos envolve em todas as histórias apresentadas e ainda temos a participação luminosa de Bill Nighy, interpretando Billy Mack, um cantor decadente que tenta emplacar uma versão de Natal da música Love is All Around, música-tema de Quatro Casamentos e Um Funeral, cujo o roteiro foi escrito por Curtis. Em resumo: o amor está em todo lugar.
SIMPLESMENTE AMOR (Love Actually – Inglaterra 2003). Direção: Richard Curtis. Elenco: Hugh Grant, Liam Neeson, Colin Firth, Bill Nighy, Gregor Fisher, Laura Linney, Alan Rickman, Emma Thompson, Keira Knightley, Chiwetel Ejiofor, Andrew Lincoln, Sienna Guillory, Martine McCutcheon, Martin Freeman, Rodrigo Santoro, Julia Davis, Lúcia Moniz e Rowan Atkinson Duração: 134 minutos. Distribuição: Universal.

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