Em 1977, a franquia de James Bond chegava ao seu 15º aniversário e dez filmes de grande sucesso produzidos. Até então, três atores já haviam interpretado o agente secreto de sua majestade e Roger Moore, novamente na pele do herói, chegava à sua terceira aventura neste 007: O Espião Que Me Amava. Lewis Gilbert novamente é o diretor e o roteiro ficou por conta da dupla Christopher Wood e Richard Maibaum. Tudo começa quando o MI-6 descobre que alguém desenvolveu uma tecnologia capaz de rastrear submarinos submersos e a colocou à venda pelo maior preço. O problema surge após o desaparecimento de um submarino com 16 mísseis nucleares. A missão de Bond é encontrar o responsável e impedir que as ogivas sejam disparadas. Para tanto, ela conta com a ajuda da agente soviética Anya Amasova (Barbara Bach) no caso e terá que enfrentar o perigoso e gigantesco Jaws (Richard Kiel) e seus dentes de aço. Não espere nada além do que já nos acostumamos a encontrar em aventuras da franquia. O cenário exótico da vez é o Egito e a ação, apesar de não ser tão frenética quanto nos dois filmes anteriores estrelados por Roger Moore, ainda é bastante satisfatória. Em tempo: Stanley Kubrick, de maneira secreta e não creditada, supervisionou a iluminação da sequência do super tanque feita em Londres e sua enteada, Katharina, desenhou a dentadura de Jaws.
007: O ESPIÃO QUE ME AMAVA (The Spy Who Loved Me – Inglaterra 1977). Direção: Lewis Gilbert. Elenco: Roger Moore, Barbara Bach, Curd Jürgens, Richard Kiel, Bernard Lee, Walter Gotell, Caroline Munro, Shane Rimmer e Desmond Llewelyn. Duração: 125 minutos. Distribuição: Warner/Amazon MGM.







