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TRAINSPOTTING – SEM LIMITES

Qualquer filme ou livro precisa ter um bom começo. Ao som de Lust for Life, cantada por Iggy Pop, com Renton, personagem de Ewan McGregor, correndo alucinadamente e narrando em off um sem números de escolhas que precisamos fazer. Este é o início de Trainspotting – Sem Limites, de Danny Boyle. E começa muito bem. Em um subúrbio de Edinburgo, na Escócia, quatro jovens desocupados e viciados em heroína mergulham cada vez mais em um futuro sem perspectiva alguma. Boyle, junto com McGregor, o produtor Andrew Macdonald e o roteirista John Hodge formavam um quarteto extremamente criativo. Já haviam feito juntos Cova Rasa e fariam depois Por Uma Vida Menos Ordinária. Baseado no livro de Irvine Welsh, Trainspotting foi o maior sucesso de público e crítica dos quatro e marcou toda uma geração do novo cinema inglês. O mais interessante no filme é o carinho que Boyle e Hodge demonstram para com suas personagens. Não há julgamentos morais aqui. O diretor e o roteirista não recriminam nem enaltecem a vida que Renton e seus amigos levam. Isso fica por conta de cada espectador. Dinâmico, original e transgressor, Trainspotting já nasceu clássico. Uma curiosidade: o termo que dá título ao filme significa “matar o tempo vendo os trens passarem”.

TRAINSPOTTING: SEM LIMITES (Trainspotting – Inglaterra 1996). Direção: Danny Boyle. Elenco: Ewan McGregor, Ewen Bremner, Jonny Lee Miller, Kevin McKidd, Robert Carlyle, Kelly MacDonald e Peter Mullan. Duração: 94 minutos. Distribuição: Versátil.

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