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O NOME DA ROSA

Imagine uma mistura entre Sherlock Holmes, um monastério Beneditino da Idade Média e a Inquisição. Você estará próximo da trama de O Nome da Rosa, filme dirigido pelo francês Jean-Jacques Annaud, adaptado do romance escrito por Umberto Eco. Enquanto o livro alia uma história de investigação com relatos históricos e filosóficos da era medieval, o filme de Annaud se utiliza apenas dos aspectos detetivescos da obra literária. No ano de 1327, o monge franciscano William de Baskerville (Sean Connery), acompanhado pelo noviço Adso de Melk (Christian Staler), chega a um monastério para participar de uma conferência. No entanto, uma série de assassinatos misteriosos começa a ocorrer e William, dotado de uma brilhante habilidade dedutiva, decide investigar os crimes. Paralelo a isso, um antigo desafeto do monge detetive, o inquisidor Bernardo Gui (F. Murray Abraham) entra em cena para complicar ainda mais as coisas. O Nome da Rosa consegue transmitir com suas imagens o mesmo clima claustrofóbico do livro. A direção de Annaud, aliado a uma escolha precisa do elenco encabeçado pela figura carismática de Sean Connery no papel principal, fazem deste filme uma feliz combinação de arte e entretenimento.
O NOME DA ROSA (Der Name der Rose – Alemanha/França/Itália 1986). Direção: Jean-Jacques Annaud. Elenco: Sean Connery, F. Murray Abraham, Christian Slater, Helmut Qualtinger, Michael Lonsdale, Elya Baskin, Volker Prechtel, Feodor Chaliapin Jr., Ron Perlman, William Hickey, Michael Habeck e Valentina Vargas. Duração: 131 minutos. Distribuição: Warner.

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3 respostas

  1. Lembro-me muito bem quando assisti este filme pela primeira vez, fiquei fascinado com ele, e de como os fatos aconteciam, acredito que tinha uns 13 anos e fiquei por muito tempo com este filme na cabeça e indicava a todos, e depois de mais 15 anos assisti novamente e fiquei encantando novamente, adoro este filme, recomendo a todos…!

  2. Querem manter a magia desse filme? Não leiam o livro. Ou leiam e nunca mais assistam o filme. Às vezes, realmente, ignorância é uma bênção. Como Umberto Eco disse, a história passou a ser do Annaud, assim que esse leu o livro (é um texto que eu repetiria sobre O Iluminado).

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