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O ESTADO INTERESSANTE DE PAPAI

Em 55 anos de carreira, inicialmente em 1916, o veterano George Marshall fez quase 200 filmes, entre curtas, longas e trabalhos para a televisão. O Estado Interessante de Papai, de 1963, foi um de seus últimos longas para o cinema. O roteiro de Jack Rose, baseado no livro autobiográfico de Corinne Griffith, já estava nos planos da Paramount desde 1955, quando quase foi produzido tendo Fred Astaire no papel principal. Não deu certo. Oito anos depois coube a Jackie Gleason dar vida a Jack Griffith. E não poderia ter sido melhor. Ele é o prefeito de uma pequena cidade e está concorrendo à prefeitura pela terceira vez. Não parece haver limites para Jack, que é totalmente devotado à mulher e às filhas. Se algo as chateia e/ou agrada, ele simplesmente compra. Isso cria situações às vezes exageradas, porém, sempre muito engraçadas. Gleason se destaca no papel título e merecia ter recebido uma indicação ao Oscar. Mas, o filme recebeu apenas uma, na categoria de melhor canção original, o qual saiu vencedor com a divertida Call Me Irresponsible, composta por Sammy Cahn (letra) e Jimmy Van Heusen (música).

O ESTADO INTERESSANTE DE PAPAI (Papa’s Delicate Condition – EUA 1963). Direção: George Marshall. Elenco: Jackie Gleason, Glynis Johns, Charles Ruggles, Laurel Goodwin, Linda Bruhl, Ned Glass e Murray Hamilton. Duração: 98 minutos. Distribuição: Paramount.

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