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WARLOCK: O DEMÔNIO

O norte-americano Steve Miner estreou na direção de longas dirigindo as partes 2 e 3 de Sexta-Feira 13. Logo depois realizou outro terror, A Casa do Espanto e a comédia Uma Escola Muito Louca. Quando o roteiro de Warlock: O Demônio, escrito por David Twohy chegou em suas mãos ele viu elementos que lhe permitiriam misturar gêneros e é isso o que vemos aqui. Uma fusão de terror com viagem no tempo. Tudo começa em Boston, no ano de 1691. Um feiticeiro (Julian Sands) está preso e condenado à morte. Mas ele consegue escapar e se transporta para o futuro, mais precisamente para 1988. Seu objetivo é encontrar as três partes da bíblia do diabo que contém em suas páginas o verdadeiro nome de Deus. Em seu encalço, Giles Redferne (Richard E. Grant), que no tempo presente recebe a ajuda de Kassandra (Lori Singer). Temos em Warlock um típico filme de baixo orçamento e grandes ideias dos anos 1980. Os efeitos especiais ficaram datados, é verdade, além de serem bem limitados por conta do custo de produção. Mas a trama tem sua originalidade e é criativa o bastante para manter nosso interesse até o final. O sucesso obtido gerou duas continuações bem fraquinhas: Warlock 2: O Armageddon, de 1993; e Warlock 3: O Fim da Inocência, de 1999, lançado diretamente em vídeo.

WARLOCK: O DEMÔNIO (Warlock – EUA 1989). Direção: Steve Miner. Elenco: Julian Sands, Lori Singer, Richard E. Grant, Mary Woronov, Richard Kuss, Allan Miller, Kevin O’Brien, Anna Levine e David Carpenter. Duração: 103 minutos. Distribuição: New World Pictures.

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