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RUBY SPARKS – A NAMORADA PERFEITA

O casal de cineastas americanos Jonathan Dayton e Valerie Faris começou carreira dirigindo séries de TV e vídeos musicais. A estreia em longa-metragem aconteceu em 2006 com comédia dramática Pequena Miss Sunshine. Seis anos depois eles realizaram este Ruby Sparks – A Namorada Perfeita, segundo longa da dupla. Com roteiro de Zoe Kazan, neta do diretor Elia Kazan e também atriz que interpreta o papel-título, o filme dividiu opiniões. Tudo começa quando Calvin (Paul Dano), escreve um texto sobre uma suposta “garota ideal”. Para surpresa dele, aquela personagem ganha vida e faz, literalmente, tudo o que coloca no papel. Quem gostou do filme, destaca a criatividade da relação que se estabelece entre Calvin e Ruby. Os que detestaram, defendem se tratar de um amontoado de clichês típicos do cinema independente americano. Na verdade, nem muito ao céu, nem ao inferno. Ruby Sparks – A Namorada Perfeita tem seu “charme” e consegue estabelecer o que seria um relacionamento “adequado”, a partir de um único ponto de vista, no caso, a visão masculina de Calvin. E justamente por isso, a trama se revela diferente de outras que utilizaram narrativa semelhante.  

RUBY SPARKS – A NAMORADA PERFEITA (Ruby Sparks – EUA 2012). Direção: Jonathan Dayton e Valerie Faris. Elenco: Paul Dano, Zoe Kazan, Chris Messina, Annette Bening, Antonio Banderas, Deborah Ann Woll e Elliott Gould. Duração: 104 minutos. Distribuição: Sony.

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