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CINEMARDEN VAI AO OSCAR

A INCRÍVEL ELEANOR

É natural que atrizes e atores procurem novos caminhos para expressar sua arte. Este é o caso de Scarlett Johansson, uma das mais rentáveis estrelas do cinema hollywoodiano. Assim como em sua carreira de poucos riscos na atuação, ela também não quis correr risco algum quando decidiu estrear na direção de um longa, no caso, A Incrível Eleanor. O roteiro de Tory Kamen nos apresenta uma mulher de 94 anos, a personagem título vivida por June Squibb, que após perder a melhor amiga, Bessie (Rita Zohar), com quem dividia uma casa na Flórida, volta à Nova York para morar com a filha Lisa (Jessica Hecht). Para preencher o tempo, ela visita o Centro Comunitário Judaico e conhece o suporte de apoio aos sobreviventes do Holocausto. Eleanor acaba contando a história de Bessie como se fosse sua e isso chama a atenção da jovem Nina (Erin Kellyman), uma estudante de Jornalismo. Na superfície, A Incrível Eleanor trata com humor da readaptação da protagonista à sua nova realidade. Mas traz à tona questões como memória e luto, porém, sem o devido aprofundamento. Como escrevi no início da resenha, Johansson não quis correr riscos e fez um filme simpático, mas que carece de um pouco de ousadia.  

A INCRÍVEL ELEANOR (Eleanor: The Great – EUA 2025). Direção: Scarlett Johansson. Elenco: June Squibb, Erin Kellyman, Chiwetel Ejiofor, Jessica Hecht, Greg Kaston, Will Price, Rita Zohar e Cole Tristan Murphy. Duração: 98 minutos. Distribuição: Sony.

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