Dois anos depois do primeiro filme e principalmente por conta do grande sucesso nas locadoras, Mike Myers está de volta neste Austin Powers: O Agente Bond Cama. Novamente dirigido por Jay Roach, a partir de um roteiro do próprio Myers ao lado de Michael McCullers, nosso herói enfrenta outra vez sue arqui-inimigo, o Dr. Evil, que volta ao passado para roubar o “mojo” de Powers assim que ele foi congelado. Sem o “mojo”, o agente fica indefeso e volta também ao passado para tentar recuperar tão importante “parte” de sua fisiologia, ou seria melhor dizer seu charme e personalidade? Para isso, ele recebe a ajuda de Felicity Façobem (Heather Graham). Austin Powers 2 é seguramente o melhor dos três e o trocadilho nacional com o subtítulo funciona bem com a proposta da trama. O sucesso dessa segunda parte superou bastante a da primeira. Somente no final de semana de estreia ele faturou mais do que a Parte 1 em todo o período que ficou em cartaz. Uma das grandes novidades aqui é a entrada em cena do Mini-Me (Verne Troyer), o clone do Dr. Evil. Sem contar que a canção-tema, Beautiful Stranger, da Madonna, se tornou um hit instantâneo tanto nas rádios, como na MTV, por causa do divertido vídeo. Além disso, o filme ainda recebeu uma indicação ao Oscar de melhor maquiagem. O que dizer então dessa nova aparição de Austin Powers? Pense em tudo que funcionou no filme anterior e eleve a dose de absurdos, tudo bem de acordo com a proposta original de “tirar sarro” da franquia de James Bond. Não tinha como errar e os produtores, rapidamente, anunciaram a Parte 3.
AUSTIN POWERS: O AGENTE BOND CAMA (Austin Powers: The Spy Who Shagged Me – EUA 1999). Direção: Jay Roach. Elenco: Mike Myers, Heather Graham, Michael York, Robert Wagner, Seth Green, Tim Robbins, Mindy Sterling e Verne Troyer. Duração: 95 minutos. Distribuição: Prime Video.







