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BLACKBERRY

Quando os aparelhos celulares surgiram, no início dos anos 1990, qualquer ligação era caríssima. Ademais, era difícil conseguir sinal para completar a chamada e manter a conversa telefônica. A primeira revolução, principalmente estética, veio com a Nokia. A segunda, tecnologicamente falando, mudou os paradigmas da indústria de telecomunicações em 2003, com a chegada do BlackBerry. Essa história é contada no filme de mesmo nome, dirigido pelo ator, roteirista e diretor canadense Matt Johnson, a partir de um roteiro escrito por ele junto com Matthew Miller, por sua vez inspirado no livro Losing the Signal, de Jacquie McNish e Sean Silcoff. Tudo começa na região de Waterloo, no Canadá, quando Mike Lazaridis (Jay Baruchel), ao lado do amigo Doug (Johnson), apresenta para Jim Balsillie (Glenn Howerton) um projeto inovador. O aparelho preto e com teclado integrado que unificava em uma mesma peça o pager, o celular e o computador ganhou o mundo em 2003 e virou febre mundial ao proporcionar troca rápida, segura e barata de mensagens e e-mails. O filme BlackBerry acompanha a trajetória de ascensão e queda dessa incrível invenção deixando bem evidente quem foi o herói e o vilão dessa história. Temos aqui uma narrativa hollywoodiana clássica, seja na estrutura cronológica, seja no sentido tradicional de causa e efeito. Em tempo: a terceira grande revolução dos celulares aconteceu a partir de 2006, quando a Apple apresentou o Iphone. Mas isso é outra história.   

BLACKBERRY (Canadá 2023). Direção: Matt Johnson. Elenco: Jay Baruchel, Glenn Howerton, Matt Johnson, Martin Donovan, Kelly Van der Burg, Cary Elwes, Saul Rubinek, Michael Ironside e Rich Sommer. Duração: 119 minutos. Distribuição: Diamond Films.

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