UM TIRO NO ESCURO

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A Pantera Cor-de-Rosa, foi lançado no final de 1963. Poucos meses depois o mesmo Blake Edwards lançou a continuação Um Tiro no Escuro. Apesar de não ter a animação nos créditos de abertura e nem o tema de Henry Mancini, o filme serviu para apresentar novos personagens e reforçar características do universo do Inspector Jacques Clouseau, novamente vivido de maneira impagável por Peter Sellers. O roteiro, escrito pelo próprio Edwards, junto com William Peter Blatty (que mais tarde escreveria o livro e o roteiro de O Exorcista), se baseia em uma peça homônima de Harry Kurnitz, que por sua vez é uma adaptação da peça francesa O Idiota, de Marcel Achard. Neste aparecem pela primeira vez o Inspetor-Chefe Dreyfus (Herbert Lom) e Cato (Burt Kwouk), secretário doméstico de Clouseau. A trama gira em torno de um assassinato na mansão do milionário Benjamin Ballon (George Sanders). A principal suspeita é Maria Gambrelli (Elke Sommer), uma das empregadas. Desde o início, apesar de inúmeras evidências contrárias, Clouseau tem certeza da inocência de Maria. E com seu peculiar faro detetivesco cabe a ele descobrir quem é o verdadeiro culpado. Diferente do filme anterior, o inspetor não está casado. Aliás, o ideal seria que Um Tiro no Escuro tivesse sido lançado primeiro. Em muitos aspectos ele é superior ao original por consolidar eficientemente a personalidade única do maior detetive da polícia francesa.

UM TIRO NO ESCURO (A Shot in the Dark – EUA 1964). Direção: Blake Edwards. Elenco: Peter Sellers, Elke Sommer, Herbert Lom, George Sanders, Tracy Reed, Graham Stark, Moira Redmond e Burt Kwouk. Duração: 102 minutos. Distribuição: MGM/Fox.

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Last modified: 21 de agosto de 2020

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